Secretaria Municipal da Saúde
Carnaval 2026: postos médicos superam 98% de resolutividade no pré-Carnaval

“A melhor coisa é ter o atendimento médico perto da gente. Se eu passar um pouquinho do limite ou me sentir mal, tem um posto aqui pertinho. Isso dá tranquilidade para curtir sabendo que estou segura.” A fala da foliã Suellen Martins Fozi sintetiza a experiência de quem aproveitou os blocos do pré-Carnaval de São Paulo no fim de semana (7 e 8), quando a rede de saúde montada pela prefeitura de São Paulo realizou 1.008 atendimentos – 500 no sábado e 508 no domingo -, com 19 remoções para hospitais, o equivalente a uma taxa de 1,88%.
Na prática, mais de 98% dos casos foram resolvidos nos próprios postos médicos, instalados diretamente nos circuitos da folia. As remoções ocorreram de forma integrada com os equipamentos de retaguarda, com destaque para a UPA Vergueiro, que recebeu três pacientes, além do Hospital Municipal Dr. Carmino Caricchio e da UPA Vila Mariana, com duas transferências cada. Também receberam pacientes o Hospital Municipal de Vila Santa Catarina, a Santa Casa de Misericórdia, a UPA 21 de Junho e a UPA Lapa – Prof. João Catarino Mezomo, demonstrando que toda a rede de equipamentos está articulada para dar suporte aos foliões quando necessário.
Para o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, a operação confirma a eficiência do modelo adotado pela Prefeitura de São Paulo. “Planejamos essa estrutura para garantir resposta rápida diretamente nos circuitos do Carnaval. Resolver mais de 98% dos atendimentos nos próprios postos comprova a efetividade da estratégia; isso significa cuidado imediato para o folião e menos pressão sobre os hospitais, que seguem atendendo a população normalmente”, afirmou.
A percepção dos foliões reforça a importância dessa organização. O casal Priscila Loti e Luiz Felipe de Leal também aprovou o serviço de saúde. “Cada ano o Carnaval de São Paulo está melhorando. A gente gosta muito de estar nos bloquinhos de rua porque a estrutura é muito boa”, disse Priscila. Luiz completou: “Se alguém passar um pouquinho do limite, tem atendimento rápido”.
O perfil dos atendimentos reflete a baixa complexidade da maioria dos casos. Entre os 508 registros deste domingo, por exemplo, a maior parte foi classificada como verde (294) e azul (112), seguida dos casos amarelos (83). As principais causas de busca por assistência médica foram náusea e vômito (18,7%), ansiedade (9,8%) e ferimentos (6,5%).
Dentre as pessoas atendidas, a maior parte dos pacientes tinha entre 21 e 40 anos (249 pessoas), seguida da faixa etária de 15 a 20 anos (160) e de 41 a 60 anos (66). Também foram atendidas 18 pessoas com mais de 60 anos. A maioria dos foliões chegou aos postos de forma espontânea (382), enquanto 93 foram encaminhados por bombeiros civis contratados pela SMS, 23 por outras origens e 10 por ambulâncias.
Estrutura de saúde
Para garantir a segurança dos foliões nos oito dias de operação do Carnaval, a Prefeitura de São Paulo mobilizou uma estrutura composta por 80 postos médicos e 95 ambulâncias, sendo 20 UTIs móveis. Os postos operam com tecnologia avançada, incluindo desfibriladores, salas de emergência climatizadas e monitoramento em tempo real pela Sala de Situação localizada no edifício-sede da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).
Ao todo, 1.920 bombeiros civis e 960 profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, atuam diretamente nos circuitos para garantir que a festa ocorra com assistência imediata. As 34 UPAs, AMAs e hospitais municipais da rede seguem operando normalmente como suporte ao esquema especial de Carnaval.
Para o secretário municipal da Saúde da capital, o foco da administração é entregar um atendimento ágil, com equipes capacitadas e integradas, para garantir segurança e eficiência durante todos os dias de eventos.”
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